A ocorrência começou quando uma vítima relatou um assalto envolvendo um Gol branco, um suspeito armado e produtos roubados como perfumes, cosméticos e um tênis novo. Horas depois, a ROTAM avistou o mesmo veículo na região norte.
Quando os policiais tentaram abordar, o motorista tomou uma atitude digna de troféu da criatividade criminal: entrou diretamente no pátio do batalhão.
Dentro do carro foram encontrados:
- Caixas e sacolas com perfumes e cosméticos
- Um tênis novo
- Colete balístico da PM
- Arma institucional carregada
- Equipamentos oficiais de uso restrito
O motorista era outro policial militar, que alegou que não era roubo, mas sim pagamento de dívida no valor de R$ 4 mil, deixado "consignado".
Para completar o roteiro, o carro estava registrado no nome de um terceiro policial, que horas antes já havia sido preso na operação do GAECO.
O policial foi levado para a Central de Flagrantes sem algema, e o caso agora está com a Corregedoria, que terá a missão de entender se isso foi:
- Coincidência absurda
- Trama criminosa interna
- ou simplesmente mais um episódio da série "Londrina: nada mais surpreende".
E claro, reforçando a frase do boletim:
"Não houve confronto."
Mas também? como confrontar quem foge para casa e estaciona de porta aberta?
Londrina segue pasma. Porém, infelizmente, não surpresa.



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