247 – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quarta-feira (2) os registros de seis chapas à Presidência e à Vice-Presidência da República para as eleições de outubro. Entre os candidatos liberados para disputar o Palácio do Planalto estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo).

Segundo a CNN Brasil, a decisão foi unânime e ocorreu durante sessão virtual extraordinária conduzida pelos ministros André Mendonça e Estela Aranha, relatores dos processos analisados.

Lula concorre à reeleição tendo o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) novamente como companheiro de chapa. Flávio Bolsonaro disputa a Presidência ao lado de Alfredo Gaspar (PL), enquanto Zema tem Eduardo Girão (Novo) como candidato a vice.

Seis chapas recebem aval do TSE

Além das três candidaturas, o tribunal aprovou os registros de Samara Martins e Raquel Brício (UP), Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU) e Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB).

De acordo com o TSE, as seis chapas examinadas atenderam aos requisitos previstos na Constituição e na Lei de Inelegibilidade e apresentaram regularmente a documentação exigida para participar da disputa eleitoral.

Com as decisões, as seis candidaturas ficam formalmente aptas a participar da eleição presidencial de outubro.

Sete pedidos ainda aguardam julgamento

O TSE ainda precisa decidir sobre sete dos 13 pedidos de registro apresentados até 15 de agosto, prazo final estabelecido pela legislação.

Aguardam análise as chapas de Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD), Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB), Renan Santos e Coronel Medina (Missão), Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante), Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata), Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO) e Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC).

Número de candidaturas supera o de 2022

Os 13 pedidos apresentados ao TSE representam um número de candidaturas ao Palácio do Planalto superior ao registrado em 2022, quando 12 chapas foram apresentadas à Justiça Eleitoral.

Por envolver a disputa pela Presidência da República, os registros são analisados diretamente pelo Tribunal Superior Eleitoral. Para os demais cargos, como governador, senador e deputados federais e estaduais, a análise dos pedidos cabe aos tribunais regionais eleitorais (TREs) de cada estado.