O Tribunal Superior Eleitoral registrou a substituição de 1.516 urnas eletrônicas em todo o Brasil e no exterior durante o segundo turno das eleições 2026, realizado neste domingo (25 de outubro). O número corresponde a 0,28% do total de 499.248 equipamentos instalados para o pleito.
Das 48.815 urnas de contingência reservadas para eventuais falhas, 1.516 foram acionadas para substituir os aparelhos com defeito. Nenhuma seção eleitoral precisou recorrer à votação manual por cédulas de papel. O eleitorado apto a votar no segundo turno somou 158.745.463 pessoas.
A Justiça Eleitoral montou, pela primeira vez, uma sala de e-Título na sede do órgão em Brasília para monitorar e resolver instabilidades do aplicativo durante a votação.
Destaques por estado
Entre os estados, São Paulo liderou em números absolutos com 293 trocas (0,26% de 103.656 urnas), seguido pelo Rio de Janeiro com 157 (0,38% de 37.675) e Paraná com 140 (0,47% de 27.142). Minas Gerais registrou 123 trocas (0,22% de 52.062 urnas), e a Bahia teve 102 (0,26% de 35.476 urnas). Em termos proporcionais, Santa Catarina e Sergipe apresentaram as maiores taxas com 0,50% cada uma. O Tocantins registrou o menor índice com 0,08%.
Biometria e seções no exterior
Em municípios com identificação biométrica, foram instaladas 346.598 urnas e 565 foram substituídas (0,16%). Nas cidades com sistema de identificação híbrida, das 151.299 urnas instaladas, 312 precisaram de troca (0,21%). Nas 1.351 seções eleitorais montadas no exterior, o relatório não registrou nenhuma substituição de equipamento.






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