Durante um comício na Zona Leste de São Paulo neste sábado (26), a candidata ao Senado Simone Tebet (PSB) fez um discurso contundente em defesa da democracia e da soberania nacional, com foco na reeleição do presidente Lula (PT). Ela criticou abertamente os bolsonaristas, afirmando que o campo progressista não permitirá o acesso da milícia ao poder central do país.
O evento contou com a presença de diversas figuras políticas, incluindo o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e Marina Silva (Rede), que também disputa uma vaga no Senado.
Defesa da candidatura de Lula e pautas sociais
Em sua fala, Simone Tebet destacou que a reeleição de Lula representa a única alternativa para quem se preocupa com São Paulo e o Brasil. A candidata ressaltou avanços e pautas consideradas essenciais para a classe trabalhadora, mencionando o fim da escala 6x1, o reajuste do salário mínimo acima da inflação e a valorização do Bolsa Família como garantias de dignidade para a população. Tebet também enfatizou o compromisso do presidente com o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio, mencionando a atuação ao lado da primeira-dama, Janja da Silva.
Ela convocou os militantes a votarem no número 13 e alertou para a necessidade de empenho total até o dia da votação, destacando que não há “eleição ganha” e que a vitória depende do diálogo constante nas redes sociais, de bairro em bairro e de porta em porta, principalmente com eleitores indecisos e com opiniões diferentes.
Apoio a Haddad e dobradinha no Senado
No âmbito estadual, Simone Tebet defendeu a eleição de Fernando Haddad para o governo de São Paulo, classificando-o como um dos maiores ministros da Educação do Brasil e assegurando que sua gestão trará dignidade aos professores paulistas. Considerando a especificidade da disputa ao Senado, onde é possível votar em dois nomes, Tebet propôs uma dobradinha com Marina Silva, ressaltando que o voto em uma representa o voto na outra. Ela enfatizou a importância de enviar duas mulheres “competentes, corajosas, de caráter e ficha limpa” para defender os trabalhadores e a população de São Paulo.
Ao abordar o cenário político nacional, Tebet alertou para os riscos à democracia e à soberania do país, declarando que o Brasil pertence aos brasileiros e não pode ser tratado como quintal de ninguém. Ela criticou as alianças do bolsonarismo e fez um alerta contra a entrada do crime organizado no estado, afirmando que não permitirá a presença do Comando Vermelho em São Paulo, assim como impedirá a ascensão da milícia ao Palácio do Planalto.






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