A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) revela um cenário apertado na corrida pelas duas vagas de Minas Gerais no Senado. Domingos Sávio (PL) aparece na dianteira com 14% das intenções de voto, seguido de perto por Marília Campos (PT), que registra 13%. Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves (PSDB) também se destacam, ambos com 12% da preferência do eleitorado mineiro.
O estudo ouviu 1.506 eleitores com 16 anos ou mais, no período de sexta-feira (25) a segunda-feira (28). É importante ressaltar que, nas eleições de 2026, os eleitores terão a oportunidade de escolher dois senadores por estado e pelo Distrito Federal.
Votos para as duas vagas e primeiro voto
Na análise combinada dos votos para as duas vagas disponíveis, Domingos Sávio demonstrou um crescimento de 10% para 14% em comparação com a pesquisa anterior, de 23 de setembro. Marília Campos manteve seus 13%, enquanto Carlos Viana e Aécio Neves também apresentaram um aumento, indo de 10% para 12% cada. Marcelo Aro (PP) permanece com 6%, mesmo percentual do levantamento anterior. Marco Antônio Superman (Novo) subiu de 1% para 4%, e Áurea Carolina (PSOL) passou de 3% para 4%.
Quando os entrevistados são questionados sobre o candidato escolhido para a primeira vaga, Marília Campos lidera com 19%, um aumento em relação aos 18% anteriores. Aécio Neves registra 15%, subindo de 13%. Carlos Viana passou de 11% para 14%, e Domingos Sávio aumentou de 7% para 11%. Marcelo Aro mantém 7%, Marco Antônio Superman subiu de 1% para 3%, e Áurea Carolina permanece com 2%.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa Quaest apresenta uma margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento foi devidamente registrado na Justiça Eleitoral sob o número MG-02019/2026. Na pesquisa espontânea, onde os nomes dos candidatos não são apresentados, 76% dos entrevistados não souberam indicar um candidato.
O número de eleitores indecisos na pesquisa de duas vagas diminuiu de 29% para 18%. Já o percentual de votos brancos, nulos ou de quem não pretende votar subiu de 15% para 17%. Para a primeira vaga, os indecisos caíram de 26% para 16%, e o percentual de votos brancos, nulos ou de quem não pretende votar passou de 12% para 13%.






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