O secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, criticou nesta sexta-feira (data não informada) a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos em um jato particular de Daniel Vorcaro, banqueiro preso sob acusação de comandar a maior fraude financeira registrada no Brasil.
Segundo o dirigente petista, a aeronave do banqueiro fez o trajeto dos Estados Unidos para Brasília. No mesmo avião, além da família do parlamentar, também estava o advogado e empresário Willer Tomaz, apontado como amigo de Flávio.
Críticas do PT
Éden Valadares afirmou que o episódio reforça os sinais de aproximação entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro. Em sua avaliação, as investigações vêm mostrando uma ligação cada vez mais evidente entre o senador e o banqueiro.
Durante a crítica, o secretário citou supostos desdobramentos envolvendo o nome de Flávio e o Banco Master. Ele disse ainda que apenas um candidato à Presidência recebeu R$ 61 milhões de Vorcaro e que esse mesmo nome é investigado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Suspeitas no centro da disputa
Ao comentar o avanço das apurações, Valadares disse que as histórias do parlamentar e do banqueiro têm se cruzado no campo político e investigativo. Para ele, os casos passam a se misturar à medida que novas informações vêm à tona.
Na conclusão da fala, o dirigente afirmou que Flávio Bolsonaro ocupa posição de destaque entre as suspeitas ligadas ao caso e o descreveu como “passageiro VIP” em meio ao que chamou de avião da corrupção à lavagem de dinheiro.






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