O plano econômico associado a Flávio Bolsonaro, candidato do PL, foi criticado neste texto por defender cortes drásticos no orçamento público e maior aproximação com o governo dos Estados Unidos, em um cenário comparado ao da Argentina de Javier Milei e ao de Donald Trump.
críticas ao modelo proposto
Segundo o texto, a estratégia citada para o Brasil prevê abertura da administração pública à ingerência americana e adoção de um modelo inspirado em Milei, com risco de recessão e desestruturação da política de crescimento e desenvolvimento social.
A coordenadora do plano de governo, Daniella Marques, afirmou que “o exemplo é Milei”, em referência à linha que seria seguida na área econômica. O texto também diz que Flávio Bolsonaro já prometeu contar com funcionários indicados pelo governo americano, a depender do resultado das eleições presidenciais.
comparações com argentina e estados unidos
Na avaliação apresentada, a gestão de Milei na Argentina seria responsável pelo fechamento de mais de 31 mil empresas e pela perda de 245 mil postos formais de trabalho em 30 meses. Já nos Estados Unidos, o texto atribui à política de Trump alta da inflação, fechamento de 23 mil vagas formais em julho e desgaste eleitoral do Partido Republicano.
O texto contrapõe esse cenário ao Brasil, onde informa que foram criados 3,88 milhões de empregos com carteira assinada em 30 meses, entre janeiro de 2024 e junho de 2026, segundo o IBGE. Ao final, sustenta que o modelo defendido por Flávio Bolsonaro não interessa ao país e representa risco de caos econômico e social.






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