Um texto publicado nesta segunda-feira, 24 de setembro de 2026, criticou a atuação da Globo e da GloboNews na cobertura política, ao afirmar que a emissora teria associado o presidente Lula a diferentes fatos e investigações para desgastar sua candidatura.
Na avaliação do autor, a cobertura teria dado destaque ao caso envolvendo Fábio Luis da Silva, o Lulinha, a pesquisas eleitorais e a episódios ligados ao banco Master e a Daniel Vorcaro, além de relacionar acusações contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, ao cenário eleitoral.
críticas à cobertura política
O texto diz que a emissora e outros veículos teriam amplificado suspeitas contra o filho de Lula, mesmo sem provas concretas, e que manchetes e programas de TV teriam explorado o tema por semanas. Também afirma que perguntas incluídas em pesquisas ajudaram a alimentar a associação entre as denúncias e a candidatura do presidente.
Outra crítica apresentada é a uma pesquisa financiada pelo banco Genial e feita pela Quaest, que, segundo o texto, teria sido usada pela GloboNews para sustentar leituras negativas sobre Lula ao longo da programação. O autor também menciona que levantamentos de outros institutos, como Datafolha e MDA, teriam mostrado cenários diferentes.
master, vorcaro e alexandre de moraes
Mais adiante, o texto afirma que a emissora passou a usar o caso Master e a prisão de Vorcaro para tentar atingir Lula, sem mencionar, segundo o autor, que o banco teria se consolidado no governo Bolsonaro e que a liquidação ocorreu no governo Lula. Também diz que uma apresentação exibida no ar sobre o caso teria colocado o presidente no centro da trama.
Por fim, o texto critica a forma como a GloboNews tratou o ministro Alexandre de Moraes e o lançamento do programa semanal Voto, apresentado por Andrea Sadi e Felipe Nunes, da Quaest. O autor sustenta que a nova atração reforça a leitura de que a emissora teria optado politicamente por Flávio Bolsonaro.






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