Dani Vorcaro, ligado ao Banco Master, é citado em um texto que afirma haver um impasse para que seu caso seja julgado no Supremo Tribunal Federal, em meio a suspeitas envolvendo ministros e outras autoridades com foro privilegiado.
O texto diz que a situação envolve integrantes do STF, além de deputados federais, senadores, governadores e prefeitos, e sustenta que a quantidade de autoridades com prerrogativa de foro dificulta até a transferência do processo para outra instância.
Ministros citados no impasse
Segundo o texto, estariam fora de qualquer julgamento por possível suspeição André Mendonça, Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Na lista dos que poderiam analisar o caso, aparecem Edson Fachin, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino.
O texto afirma que esse grupo teria apenas quatro ministros, número abaixo do quórum mínimo de seis para um julgamento no plenário do STF. Também diz que nem a convocação de outro integrante, como Jorge Messias, resolveria a questão.
Suspeitas e desdobramentos
Além da discussão sobre o julgamento, o texto sustenta que Vorcaro seria “indenunciável” porque ele e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, teriam “fumado juntos o charuto da paz”. Não há, no texto, explicação adicional sobre esse trecho.
Ao final, o autor afirma que o episódio expôs o que estaria ocorrendo “nas sombras” da Suprema Corte e sugere que outros banqueiros e empresários teriam comportamento semelhante ao atribuído a Vorcaro, mas sem virem a público.






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