247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu o ator e ativista Leonardo DiCaprio nesta quarta-feira (2), no Palácio do Planalto, para uma reunião de cerca de 40 minutos sobre os impactos das mudanças climáticas e as iniciativas brasileiras de proteção ambiental. A conversa incluiu a redução recorde do desmatamento, o combate ao garimpo ilegal, a demarcação de terras indígenas, energia limpa e biocombustíveis.
Em publicação no X, Lula informou que a primeira-dama Janja Lula da Silva também participou da recepção. “Eu e Janja recebemos nesta quarta, no Palácio do Planalto, a visita do ator Leonardo DiCaprio”, escreveu o presidente.
Lula afirmou que apresentou ao ator medidas adotadas pelo governo federal para proteger o meio ambiente. O presidente mencionou as ações contra a devastação florestal e o garimpo ilegal, além do reconhecimento de territórios indígenas.
“Destaquei que o Brasil tem a matriz energética mais limpa do mundo, além de ser grande produtor de biocombustíveis, o que reduz a emissão de CO2, com a mistura de 32% de etanol na gasolina e de 15% de biodiesel no diesel”, declarou.
Segundo o relato presidencial, DiCaprio disse ter conhecido o Xingu há 25 anos, mencionou sua amizade com o cacique Raoni e descreveu o trabalho de sua organização na defesa de territórios indígenas e florestas brasileiras, em parceria com o governo federal. O ator também relatou ações de conservação desenvolvidas na África e na Ásia.
Lula disse ter parabenizado DiCaprio pelo compromisso com as causas ambiental e indígena. O ator estava acompanhado do CEO da Re:wild, Wes Sechrest, que, segundo o presidente, elogiou o Brasil pela criação do Fundo Tropical Florestas para Sempre (TFFF).
De acordo com Lula, o modelo do TFFF destina parte dos rendimentos a recompensar países que mantêm suas florestas preservadas e, simultaneamente, prevê retorno para os investidores.
A reunião também teve a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do secretário-executivo da pasta, Márcio Tavares; dos ministros Eloy Terena, dos Povos Indígenas, e João Paulo Capobianco, do Meio Ambiente; e dos dirigentes da Re:wild Rodrigo Medeiros, diretor no Brasil, e Christopher Jordan, diretor para a América Latina.






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