A economia brasileira registra os menores índices históricos de desemprego e inflação, conforme dados do IBGE. O desemprego está em aproximadamente 5,3%, e a inflação em 4,2%, totalizando um índice de desconforto econômico de 9,5. Esses números representam os patamares mais baixos já registrados no país, uma conquista econômica notável que antecede as eleições.

O sucesso no controle de preços é atribuído à política econômica do presidente Lula e à atuação do Banco Central. A autoridade monetária priorizou o controle da inflação, mesmo com taxas de juros reais elevadas. Essa estratégia resultou na valorização da moeda brasileira em 20% frente ao dólar desde 2025, estabilizando a economia após um período de instabilidade.

Impacto na aprovação do governo e omissão midiática

A política monetária adotada contribuiu para manter os preços baixos, especialmente os dos alimentos, que ficaram próximos de zero. Essa estabilidade econômica tem sido um fator crucial para a melhora na aprovação do governo Lula e para o aumento de suas chances de reeleição. A ausência de um cenário de disparada do dólar e dos preços, que poderia ter ocorrido com juros mais baixos, evitou um cenário de desgaste político para o presidente.

Apesar desses resultados positivos, a gestão econômica enfrentou forte resistência e a mídia, inclusive a progressista, tem sido criticada por não dar o devido destaque a essas conquistas. Argumentos sobre uma suposta dívida pública fora de controle e um endividamento familiar explosivo foram refutados pelos dados, que indicam estabilidade e crescimento dentro de níveis aceitáveis para um país como o Brasil. A dívida pública brasileira, em moeda nacional, e o endividamento familiar se mantêm em patamares estáveis, desmentindo as narrativas de colapso.

A política monetária implementada, descrita como um passo audacioso, evitou uma crise e frustrou aqueles que antecipavam um ataque à moeda nacional. As alternativas consideradas mais fáceis poderiam ter levado a consequências desastrosas. O êxito dessa gestão é evidente na população, que vê suas preocupações econômicas tradicionais, como inflação e desemprego, recuarem na lista de prioridades.

Especialistas internacionais têm elogiado a condução econômica do Brasil, mas, internamente, o reconhecimento por essa conquista é limitado, especialmente por parte do jornalismo que, segundo críticos, deveria se manter isento na sua cobertura.