Enquanto o Nordeste recebe as primeiras chuvas, conhecidas como “chuvas de cajus”, entre julho e outubro, que trazem alegria e fartura, o cenário político se aquece para as eleições de 4 de outubro. Em Fortaleza, a paisagem urbana com seus vendedores de frutas contrasta com a expectativa do pleito que se aproxima, colocando o Brasil diante de uma escolha crucial.
Eleições em Outubro
Na Universidade Estadual do Ceará (UECE), no Itaperi, a professora e ceno poeta Claudiana Alencar defende seu Memorial para ascender à classe de Professora Titular, evocando poesia e esperança em sua fala. A cena acadêmica se mistura à canção de Alceu Valença, que embala a volta para casa, e a lembrança das estradas de Quixadá a Fortaleza.
A chegada à rua de casa e a visão da fachada da escola onde o voto será depositado no domingo intensificam a reflexão sobre a importância das eleições. O autor ressalta a escolha entre “a civilização e a barbárie” que se apresenta ao país.
A canção “Conversa de Botequim” de Noel Rosa, com seu conselho de “fechar a porta da direita com cuidado”, ressoa com o momento de decisão. A questão da vestimenta para o “samba” da democracia se torna uma metáfora para a participação cidadã no processo eleitoral.
O Voto Secreto e o Futuro do Brasil
Embora o voto seja secreto, o autor afirma sua intenção de votar pelos que passam fome, por melhores condições de saúde e educação, e para que o Ceará e o Brasil avancem. Ele expressa o desejo de banir o fascismo das terras brasileiras e de garantir dignidade a mulheres, pretos, pobres, LGBTs e a todos os marginalizados na sociedade.
As eleições de domingo são vistas como um chamado à luta e a oportunidade de “ser e fazer história” já no primeiro turno, permitindo que a esperança e a prosperidade cheguem “com as chuvas de cajus”.






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