A BYD adicionou 410 novos profissionais ao seu quadro de funcionários nesta quinta-feira (1º), alcançando um total de 8,5 mil empregados diretos no complexo industrial de Camaçari, Bahia. Este número representa 85% da meta de 10 mil contratações estabelecida pela empresa para ser atingida até o final de 2026.
As novas admissões acompanham a expansão das operações industriais da companhia no município. Segundo a BYD, as unidades de soldagem, pintura e estamparia do complexo estão programadas para iniciar suas atividades até o fim deste ano.
Expansão e Impacto Regional
A maioria das vagas preenchidas é para operadores de produção e logística, que serão distribuídos principalmente no terceiro turno da fábrica de montagem final e na unidade de soldagem. Essa ampliação da capacidade operacional visa atender à crescente demanda por veículos da marca no mercado brasileiro.
Mais de 90% dos 410 novos funcionários são baianos, e a metade reside em Camaçari. A empresa associa as contratações ao avanço de sua operação industrial no estado. Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil, declarou que “a chegada de novos profissionais mostra que a BYD segue avançando na Bahia, combinando expansão industrial, geração de empregos e desenvolvimento regional. É um crescimento que reforça o papel estratégico de Camaçari para a BYD e para o futuro da mobilidade no Brasil.”
Inaugurada em outubro de 2025, a unidade de Camaçari é considerada pela companhia a maior fábrica da BYD fora da Ásia. Com um investimento de R$ 5,5 bilhões, o complexo ocupa uma área de 4,65 milhões de metros quadrados.
A capacidade inicial de produção é de 150 mil veículos por ano, com projeção de alcançar 600 mil unidades anuais quando todas as etapas do projeto forem finalizadas. A empresa estima gerar 20 mil empregos diretos e indiretos.
Atualmente, a fábrica produz o BYD Dolphin Mini, o sedã BYD King e o SUV BYD Song Pro. A BYD informou que, em 2026, assumiu a posição de maior geradora de empregos no setor automotivo brasileiro, com um volume de contratações cerca de quatro vezes superior ao da segunda colocada, conforme dados recentes do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.






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