Uma pesquisa nacional da Alfa Inteligência, encomendada pela Transamérica Media Company (TMC), revelou os cenários para a disputa presidencial de 2026. Conduzido entre 23 e 28 de julho de 2026 com 2.700 eleitores em todo o país, o estudo, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04488/2026, apresenta o presidente Lula (PT) na liderança das intenções de voto no primeiro turno e vencedor em todos os confrontos de segundo turno testados.
Cenários Eleitorais para 2026
No principal cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 43% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro (PL) ocupa a segunda posição, com 29%. Em seguida, surgem Ronaldo Caiado (PSD) com 7%, Romeu Zema (Novo) com 6%, e Renan Santos com 3%. Comparado ao levantamento de junho da Alfa Inteligência, o presidente Lula registrou um avanço de três pontos percentuais, passando de 40% para 43%, enquanto Flávio Bolsonaro teve uma oscilação negativa de 31% para 29%.
Nas simulações de segundo turno, Lula se sobressai contra todos os adversários. Diante de Flávio Bolsonaro, o petista alcança 48% contra 41% do senador. Em um embate com Ronaldo Caiado, Lula venceria por 45% a 40%. Contra Romeu Zema, o presidente marca 46% das intenções de voto, frente a 37% do governador. Já em uma disputa com Renan Santos, Lula registra 46%, enquanto o oponente obtém 32%.
Avaliação do Governo e Percepção Popular
A pesquisa também indicou uma melhora na avaliação da gestão de Lula. A aprovação da forma de governar subiu de 42% para 47% em relação ao levantamento anterior de junho, enquanto a desaprovação recuou de 56% para 51%. Dois por cento dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.
Em relação à percepção sobre a qualidade de vida, 48% dos brasileiros acreditam que houve melhora nos últimos anos, enquanto 44% avaliam que piorou. Quatro por cento entendem que a situação permaneceu inalterada.
O levantamento também abordou o caso Banco Master, que teve ampla repercussão nacional. Entre os entrevistados que acompanharam o episódio, 99% o classificaram como sério ou muito sério. Para 45%, a responsabilidade é compartilhada entre governo e oposição. Outros 31% atribuem maior responsabilidade à oposição ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, e 21% culpam principalmente o governo Lula. Apesar da grande repercussão, a pesquisa aponta que o caso ainda não alterou significativamente o padrão de voto, reforçando convicções políticas existentes.







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