Caros, esta é a última vez que vamos às urnas apertar o 13 e ver surgir o rosto do presidente Lula na telinha. Uma data de extrema simbologia e emoção. Estaremos, nós os que o vimos surgir para a vida pública, nós que vimos tremular pela primeira vez, nas mãos de D. Mariza, a bandeira recém- costurada com a estrela do partido, sobre o vermelho da luta, nos despedindo de uma hera.
Não será um momento qualquer, em que poderemos nos apresentar com roupa de ir. O ato, desta vez, pede atitude marcante. Somos um exército de incansáveis, que nas horas mais amargas nos mantivemos nas nossas trincheiras lambendo feridas, mas confiando.
Nunca deixamos de acreditar que a luta valia a pena, que a causa era de todos. Nunca abandonamos o posto ou os brasileiros sem voz, apertando o botão do outro lado, favorecendo os que nos oprimem e que nos exploram, sem direitos.
Nós seguimos, resilientes e determinados.
Nessa hora em que concedemos a Lula o nosso derradeiro voto, temos que fazer desse gesto uma marca. Convido a todos para no dia 4 de outubro exibir o nosso adeus ao voto em Lula, nas urnas, levando na cabeça, não só a ideia de um Brasil nosso e próspero, mas também aquele objeto que tem sido a composição de sua figura pública: o chapéu Panamá. Vamos às urnas com Lula na cabeça?






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