247 – A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou em 48%, enquanto a aprovação chegou a 45%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). Outros 7% não souberam ou não responderam.
O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Na comparação com a rodada anterior, divulgada em agosto, a desaprovação permaneceu estável em 48%. A aprovação oscilou um ponto para baixo, de 46% para 45%, dentro da margem de erro. O percentual dos que não souberam ou não responderam passou de 6% para 7%.
A pesquisa também mediu a avaliação geral do governo Lula. Para 37% dos entrevistados, a gestão é negativa, mesmo percentual registrado em agosto. Outros 35% consideram o governo positivo, ante 36% na rodada anterior. A avaliação regular permaneceu em 25%. Os que não souberam ou não responderam passaram de 2% para 3%.
O levantamento mostra ainda que a percepção sobre a economia segue como um dos principais pontos de pressão sobre o governo. Para 49% dos entrevistados, a economia piorou nos últimos 12 meses. Outros 29% afirmaram que a situação ficou igual, enquanto 19% disseram que houve melhora. Não souberam ou não responderam 3%.
A pesquisa também avaliou a percepção dos eleitores sobre os preços dos alimentos no último mês. Para 67%, os alimentos ficaram mais caros. Outros 22% disseram que os preços permaneceram iguais, enquanto 9% afirmaram que houve queda. Não souberam ou não responderam 2%.
Os dados indicam um cenário de estabilidade na avaliação do governo em relação ao levantamento anterior, com desaprovação numericamente acima da aprovação, mas com diferença dentro da margem de erro. A percepção negativa sobre a economia e, sobretudo, sobre os preços dos alimentos aparece como fator relevante no humor do eleitorado.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07065/2026. Até 3 de outubro, véspera do primeiro turno, g1, Globo, GloboNews, O Globo e emissoras afiliadas devem publicar 130 pesquisas sobre as disputas para a Presidência da República, governos estaduais, Senado e Distrito Federal, encomendadas à Quaest e ao Datafolha.






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