Nesta quinta-feira (13), as juventudes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Levante Popular da Juventude conduziram um ato em frente à Embaixada dos Estados Unidos, localizada em Brasília. O objetivo da intervenção foi denunciar as consequências da política que consideram imperialista do governo norte-americano, segundo afirmaram os próprios militantes envolvidos.
Os manifestantes exibiram cartazes com dizeres como “Indústria da Guerra dos EUA = mortes, fome e a destruição da natureza”. Eles destacaram que os EUA são responsáveis por aproximadamente 42% das exportações globais de armas, fornecendo armamentos para mais de 100 países e liderando o mercado internacional de armamentos pesados.
Críticas à atuação externa dos EUA
A denúncia também apontou que os Estados Unidos são um dos principais fornecedores de armas para Israel. Os militantes mencionaram que, na Faixa de Gaza, na Palestina, mais de 73 mil pessoas teriam sido mortas, incluindo pelo menos 21 mil crianças, e mais de 173 mil ficaram feridas. Conforme os ativistas, o que eles chamam de 'ganância do poder imperialista' teria causado 100 mortes em um ataque contra a Venezuela e ceifado a vida de 3.500 pessoas no Irã.
A juventude organizada expressa seu protesto contra a indústria bélica e a política que consideram imperialista dos EUA, responsabilizando-os pela morte de milhares de indivíduos, conflitos armados, fome e sanções econômicas impostas a diversas nações da América Latina e do mundo.
Defesa da soberania e direitos
Os militantes declararam defender “o direito à vida, a natureza, a paz e a soberania dos povos, com uma superação desta sociedade na construção do socialismo e da emancipação humana”. A ação foi incorporada à 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra, que ocorre no ano do centenário de Fidel Castro.







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