Quatro rodovias estaduais do Paraná se encontram completamente interditadas por conta das chuvas recentes. O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) orientou os motoristas a planejarem seus deslocamentos com antecedência, prestando atenção à sinalização e buscando rotas alternativas. Além das interdições totais, outros quatro trechos operam em sistema de pare e siga.
Trechos com bloqueio total e desvios
A PR-092, no km 79, entre Rio Branco do Sul e Cerro Azul, na Região Metropolitana de Curitiba, está bloqueada devido a um deslizamento de terra. Equipes trabalham na remoção do material e recuperação da pista, sem previsão de liberação. A rota sugerida é a via municipal Estrada Barra Bonita.
Na PR-592, no km 15, em Nova Prata do Iguaçu, a interdição persiste por causa do rompimento de um bueiro, também sem prazo para normalização. Para quem precisa passar pela região, o DER/PR recomenda o uso das PR-484, PR-182 ou PR-281.
A ponte sobre o Rio Andirá, na PR-554, que liga São Jorge do Ivaí a Doutor Camargo, está bloqueada porque o nível do rio subiu acima da estrutura, visando garantir a segurança. A alternativa é utilizar a BR-376 até Mandaguaçu, seguindo pela PR-552 em direção a Ourizona e São Jorge do Ivaí. Outra ponte interditada é na PR-559, sobre o Rio Paranavaí, entre Paraíso do Norte e Mirador, não havendo rota estadual alternativa, apenas vias municipais para acesso a Mirador.
Trechos com sistema pare e siga e outras intercorrências
Em Pitanga, na PR-460, km 8, um rompimento de aterro causou o sistema pare e siga por tempo indeterminado. O DER/PR aconselha evitar o trecho. Para quem segue para Pitanga vindo de Campo Mourão, a rota alternativa é a PR-487 até Manoel Ribas, depois a PR-466. No sentido inverso, de Pitanga para Campo Mourão, o percurso é o oposto.
Há ainda três outros trechos com meia pista na PR-464. No km 17,8, entre Paranareal e Inajá, há risco de aumento de uma erosão, com possibilidade de interdição completa. No km 14, entre Paranacity e Paranareal, uma erosão afetou a drenagem, e equipes trabalham na recomposição do aterro. Já no km 2 da mesma rodovia, há pontos de alagamento, e os trabalhos para escoamento da água continuam. Todos esses locais estão devidamente sinalizados.






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