A Prefeitura de Londrina foi chamada pelo Ministério Público do Paraná para discutir um cronograma de ampliação das câmeras corporais da Guarda Municipal. O tema envolve a estrutura disponível para a corporação e ganhou repercussão após a morte de um adolescente de 15 anos durante uma abordagem da GM.

Dados enviados ao Ministério Público apontam que a Guarda Municipal tinha 24 equipamentos para 343 guardas. Em 2025, apenas 14 câmeras estavam em funcionamento.

A discussão sobre o uso dos dispositivos foi reforçada depois do caso que terminou com a morte do adolescente. Na situação, a Justiça determinou a preservação das imagens das câmeras corporais e das viaturas.

Ampliação em debate

O Ministério Público quer tratar com o município um plano para ampliar o número de câmeras em uso na rotina da guarda. As informações repassadas ao órgão indicam que o sistema atual é insuficiente para atender todo o efetivo.

As câmeras corporais são usadas para registrar abordagens e outras ações operacionais, e o caso recente colocou o tema em destaque na cidade.