O presidente Lula Inácio Lula da Silva (PT) intensificou o tom de sua campanha eleitoral na televisão ao ligar o senador Flávio Bolsonaro (PL) a atividades criminosas. A peça de propaganda traz manchetes de jornais que revelaram, esta semana, a negociação de uma assessora do senador com um miliciano que foi condenado por organização criminosa no caso do assassinato da vereadora do Rio Marielle Franco.
A propaganda mostra um trecho em que Flávio fala sobre combate às milícias, seguido de uma narração o acusando de mentir. "Foi descoberto que Flávio mandou dinheiro público para o miliciano preso pelo assassinato de Marielle Franco. Como alguém ligado a criminosos vai combater o crime?", diz o texto da peça.
Além do tema criminal, a campanha de Lula também divulga sua promessa de fornecer canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas diabéticas e com obesidade. O material encerra com trecho do discurso do presidente na Assembleia Geral das Nações Unidas, em que ele afirma que "o Brasil não cabe no quintal de ninguém".
Resposta de Flávio
Flávio Bolsonaro respondeu com propaganda de cerca de 4 minutos. Focando no endividamento das famílias brasileiras, o senador prometeu ajudar na renegociação de dívidas e prometeu fazer um "tesouraço" nos impostos. Em uma indireta a Lula, afirmou: "Não vou prometer picanha, e não vou fazer promessas que não vou cumprir depois".
A campanha de Flávio também acusa Lula de ter regulamentado os jogos de apostas no Brasil. "Sabe quem regulamentou os cassinos online no Brasil? Foi Lula que aprovou a lei que colocou os jogos de cassino online, como o Tigrinho, no mercado legal de apostas, causando vício e destruição para milhões de famílias", diz a narração, que repete que "Lula é pai do tigrinho".







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