O julgamento de Ricardo Seidi e Terezinha de Jesus Guinaia, pai e avó de Eduarda Shigematsu, foi adiado pela oitava vez pelo TJPR. A sessão estava marcada para 4 de agosto, em Maringá, e foi cancelada por falta de um magistrado para presidir o Tribunal do Júri.

A decisão deixou o caso sem nova data definida. Os dois seriam levados a júri popular mais de sete anos após a morte da menina.

Eduarda foi encontrada enterrada na garagem de um imóvel da família em Rolândia. Desde então, o processo segue sem desfecho judicial.

Defesa e familiares falam em frustração com a demora

Segundo as anotações, a defesa afirma que os adiamentos sucessivos decorrem de entraves do próprio Judiciário. Já os familiares de Eduarda dizem estar frustrados e desacreditados com a demora no andamento do caso.

Enquanto não há nova data para o julgamento, a expectativa da família é de que os responsáveis pelo crime sejam finalmente julgados.