Uma nova canção, intitulada “O Vento da Democracia (Vento Bom)”, com letras de Carlos Rennó e música de Ivan Lins e Edu Krieger, foi lançada em 18 de setembro, unindo 37 artistas da música brasileira em um posicionamento em defesa da democracia. O projeto também inclui um videoclipe que incorpora imagens e referências da história do país. Carlos Rennó, além de letrista, é o idealizador e diretor artístico, com a produção musical a cargo de Domenico Lancellotti.
Engajamento e Diversidade Artística
Carlos Rennó explicou que a inspiração para a canção surgiu como uma reação ao avanço de movimentos antidemocráticos em diferentes nações. Ele expressou a esperança de ter cumprido a missão de questionar o propósito da democracia e para quem ela serve prioritariamente. O compositor também enfatizou a pluralidade do elenco reunido para a gravação, destacando a diversidade de estilos, gêneros e gerações dos participantes.
Entre os nomes que colaboraram na gravação estão Zeca Pagodinho, Seu Jorge, Daniela Mercury, Chico César, Maria Gadú, Zélia Duncan, Simone, Mônica Salmaso, Delacruz, Duda Beat, Flor Gil, Moreno Veloso, Frejat, Teresa Cristina e Xênia França. Essa variedade de vozes, abrangendo MPB, samba, pop e rap, reforça a mensagem central da canção.
Produção Audiovisual e Equipe Técnica
O videoclipe da faixa foi produzido pelo Coletivo Bijari, conhecido por suas iniciativas que unem arte e engajamento social. O trabalho visual utiliza fotografias de Bob Wolfenson e registros históricos do Brasil, combinando elementos da cultura nacional com a mensagem democrática da composição.
A capa do projeto, com design de César Lacerda, também apresenta uma fotografia de Bob Wolfenson. A direção de produção é de César Lacerda e a produção executiva é da Circus Produções. A equipe instrumental contou com Danilo Andrade (pianos e sintetizadores), Leo Reis (percussão), Domenico Lancellotti (bateria e percussões), Lucca Noacco (sintetizadores, programação e arranjo de cordas) e Felipe Cordeiro (guitarra). A Orquestra de Praga participou na gravação das cordas, com mixagem de Arthur Luna e masterização de Carlos Freitas.







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