O segundo turno da eleição entre Lula e Flávio — considerando as pesquisas — será uma guerra no sentido literal da palavra.
De um lado, um homem experiente, com oitenta anos, líder operário na década de 1970 e presidente do país por três vezes, responsável por um progresso social consistente e sem precedentes na história do Brasil.
Mesmo ocupando o mais alto cargo da República, Lula manteve os pés na fábrica, pois sabe o que significa sustentar uma família com trabalho e dignidade. É um homem simples, que se emociona ao falar da mãe, Dona Lindu, e que nunca se afastou de suas raízes operárias. Respeitado por chefes de Estado, cumprimenta-os com aquele característico “tapa nas costas”, comum entre os trabalhadores.
Com Lula, os programas sociais continuarão e serão aperfeiçoados. Sua reeleição significa a garantia de continuidade: políticas públicas que protegem os mais pobres, respeito aos direitos trabalhistas e um modelo de desenvolvimento que valoriza o papel do Estado em favor do povo.
Do outro lado, a extrema-direita mundial representada por Donald Trump, Elon Musk, Mark Zuckerberg, Benjamin Netanyahu, Bukele, Javier Milei, José Kast, Viktor Orbán e outros. Com o apoio dessa corrente, nomes bolsonaristas como Flávio, Renan, Cury, Zema e Caiado se unem — junto à imprensa corporativa — com um objetivo claro.
Com a extrema-direita, o que está em jogo é o entreguismo das riquezas nacionais: terras raras, petróleo, a Amazônia e todos os nossos recursos naturais, além da privatização das empresas estatais. A isso se soma a perspectiva de anistia para golpistas perigosos como Jair Bolsonaro.
A escolha no segundo turno é entre continuar avançando com justiça social, trabalho e soberania — ou entregar o patrimônio do país e colocar em risco as conquistas do povo brasileiro.






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