Golpes de engenharia social com abordagens personalizadas e sofisticadas multiplicam as vítimas de fraudes bancárias no Brasil. Um levantamento do Santander realizado no primeiro semestre de 2026 aponta os principais tipos de fraude que atingem correntistas, com criminosos se passando por gerentes e copiando ofertas oficiais de instituições financeiras para roubar dados ou forçar transferências.
Os fraudadores usam especialmente três canais para aplicar golpes: sites falsos, WhatsApp e redes sociais. Nesses espaços, os criminosos criam perfis clonados ou falsificados e adotam ofertas que parecem legítimas para ganhar a confiança das vítimas.
Os cinco golpes mais comuns
Sites falsos imitam grandes e-commerces com preços extremamente baixos. O banco recomenda desconfiar de valores muito reduzidos e sempre verificar o cadeado de segurança na URL oficial antes de qualquer transação. No WhatsApp, perfis clonados ou falsos solicitam transferências urgentes. A orientação é confirmar qualquer mudança de número por chamada de voz e ativar a dupla verificação no aplicativo.
Em redes sociais, invasores promovem ofertas mentirosas em contas legítimas. Nesse caso, é fundamental ignorar promessas de ganhos fáceis e verificar os descontos diretamente no site oficial da loja. Outro golpe comum envolve falsos investimentos: supostos corretores prometem altos retornos. Antes de fechar negócios, é essencial fugir de retornos mágicos e consultar a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O quinto tipo usa falsas centrais de atendimento, quando golpistas simulam ser funcionários do próprio banco. Uma regra fundamental é lembrar que o Santander, assim como nenhuma instituição financeira, liga para pedir senhas, cartões ou transferências de bloqueio.







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