O Banco Central eliminou o teto de R$ 500 para o Pix por aproximação a partir de 1º de outubro. A mudança, estabelecida pela Instrução Normativa BCB nº 746, permite que cada cliente defina seus próprios limites de gastos diretamente nos aplicativos bancários. A medida também afeta transações por Código QR e chaves de acesso convencionais.
Até setembro, qualquer operação por aproximação esbarrava em um teto universal. Agora, pagamentos de valores maiores ocorrem normalmente quando a conta possui saldo e autorização. O limite máximo respeita a análise de perfil de cada indivíduo, configurado pelo próprio usuário de acordo com suas necessidades.
Para alterar o valor autorizado, o cliente acessa o aplicativo oficial do seu banco, localiza as configurações do Pix, entra na área de limites ou gerenciamento do Pix por aproximação e solicita o aumento ou redução do valor permitido. O procedimento varia conforme a instituição, mas sempre requer autenticação.
A tecnologia utiliza NFC (comunicação por aproximação) para conectar o celular à maquininha sem contato físico. O cliente cadastra sua conta em uma carteira digital habilitada para o recurso. Na hora da compra, basta conferir o valor e aproximar o aparelho do terminal de pagamento. A biometria do próprio telefone autoriza a transação em poucos segundos.
Segurança mantida
A segurança de cada conta permanece rigorosa e inalterada. O Banco Central garante que os mecanismos de proteção contra fraudes bancárias continuam ativos. O fim da trava fixa não libera pagamentos infinitos: o teto de gastos sempre obedece aos valores configurados pelo próprio consumidor.
O consumidor precisa checar a tela da maquininha antes de qualquer aprovação final. Manter o bloqueio de tela ativo no celular, acompanhar as notificações bancárias e verificar regularmente o histórico de transações são atitudes indispensáveis para evitar fraudes ou cobranças indevidas.







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