O Pix por aproximação deixa de ter limite máximo de R$ 500 por transação a partir de 1º de outubro. A medida, anunciada pelo Banco Central em junho, permite que clientes tenham mais liberdade para definir os valores nas transferências realizadas aproximando o celular da maquininha de pagamentos, sem necessidade de digitar chave ou ler QR Code.
Com a mudança, usuários poderão fazer transações de valores mais elevados respeitando os limites definidos pelas próprias instituições financeiras. O Pix por aproximação continua submetido aos limites gerais da modalidade, que variam conforme o tipo de operação e o perfil de risco e comportamento de cada usuário.
As transferências por aproximação podem ser iniciadas dentro ou fora dos aplicativos das instituições financeiras, utilizando carteiras digitais. A retirada do limite específico torna o Pix por aproximação mais parecido com a experiência de quem usa chave ou QR Code, aumentando a flexibilidade nas operações.
Limites das instituições financeiras
Embora o limite específico da modalidade deixe de valer, as operações continuam submetidas às restrições definidas por cada banco. Em operações convencionais de transferência e compra para pessoas físicas, as instituições precisam fixar limites máximos por período. No período noturno, por exemplo, o limite para operações padrão de transferência é de R$ 1.000, exceto com autorização expressa do usuário.







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