Pesquisadores da UEL desenvolvem, em Londrina, uma variedade de tomate que precisa de menos água para crescer. O trabalho é conduzido pelo professor Juliano Vilela de Resende, do Departamento de Agronomia.

A pesquisa aposta no melhoramento genético para juntar características de espécies silvestres resistentes à seca com variedades comerciais. A meta é criar plantas capazes de suportar longos períodos de estiagem e manter a produtividade com irrigação menor.

O estudo é desenvolvido há mais de uma década e reúne docentes, estudantes de graduação e pós-graduação. Também há colaboração de pesquisadores das áreas de Biologia Animal e Vegetal e Química.

Resposta à falta de água no campo

Segundo as anotações, o objetivo é ampliar a adaptação do tomate às mudanças climáticas e às limitações hídricas enfrentadas pela agricultura. A pesquisa busca soluções para reduzir o consumo de água sem perder desempenho no cultivo.