O deputado federal Mario Frias (PL-SP) busca retornar ao comando do Ministério da Cultura, caso Flávio Bolsonaro (PL) vença as eleições. O ator, que já liderou a Secretaria Especial da Cultura, estaria formando sua equipe para a pasta, de acordo com fontes.
André Porciuncula, ex-capitão da Polícia Militar da Bahia e ex-braço direito de Frias na gestão anterior, não pretende ocupar cargos públicos. Ele afirmou que não há possibilidade de deixar os Estados Unidos para atuar no Brasil.
Frias defende que a Cultura volte a ter status de ministério. Na gestão anterior, a área foi rebaixada a secretaria e vinculada a outros ministérios.
O deputado está envolvido no caso “Dark Horse”, sendo investigado por um suposto esquema de desvio de dinheiro através de emendas parlamentares. A Polícia Federal aponta crimes de peculato, fraude e lavagem de dinheiro. Frias nega as irregularidades. Porciuncula é proprietário de um imóvel de R$ 3,6 milhões, adquirido por um fundo ligado ao advogado de Eduardo Bolsonaro. Ele declarou bens no valor de R$ 164 mil nas eleições municipais de 2024.
Durante a gestão de Frias e Porciuncula, foram implementadas medidas como a restrição de financiamento para artistas em cidades com medidas de combate à Covid-19 e a criação de uma categoria de financiamento para arte sacra na Lei Rouanet. A gestão também foi convocada pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos para investigar possível cerceamento da liberdade artística. Naquele período, um festival de jazz teve o acesso à Lei Rouanet barrado por uma postagem em rede social, e o cachê máximo para artistas foi reduzido.







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