Luís Felipe Cunha, que atualmente é o primeiro suplente do senador Sergio Moro, oficializou sua filiação ao Partido Liberal (PL) nesta quinta-feira (8), em Brasília. O presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, e o presidenciável Flávio Bolsonaro estiveram presentes na ratificação do ato.
A expectativa é que Cunha assuma a vaga de Moro no Senado Federal em janeiro de 2027, data em que o senador deixará o cargo para assumir o governo do Paraná. Com essa filiação, o futuro senador passa a integrar o mesmo partido de Sergio Moro e do governador eleito.
Reorganização da Bancada Paranaense e Foco em Brasília
A entrada de Cunha no PL e sua futura atuação no Senado reorganizam a composição política da bancada paranaense. A partir de 2027, ele deverá atuar ao lado de Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo), que foram eleitos para o Senado nas eleições de 4 de outubro.
Cunha enfatizou seu compromisso com o povo do Paraná e declarou que sua atuação será guiada pelos mesmos princípios e valores compartilhados por Sergio Moro. Ele destacou a intenção de trabalhar pelo fortalecimento e desenvolvimento do estado, com foco na defesa do agronegócio e da liberdade econômica.
Segundo o advogado, sua atuação em Brasília terá como prioridade a defesa dos interesses do Paraná e a articulação com o novo governo estadual. Ele mencionou a intenção de buscar recursos para o estado, visando fazer a diferença para a população paranaense.
Carreira e Trajetória
Aos 47 anos, Luís Felipe Cunha assumirá seu primeiro cargo eletivo. Natural de São Paulo, reside em Curitiba desde 1994. Ele possui formação em Direito pela PUC-PR, com Mestrado em Direito Econômico-Social pela mesma instituição.
Em sua trajetória profissional, Cunha atuou como diretor jurídico de uma grande empresa de telecomunicações. Foi vice-presidente do Instituto dos Advogados do Paraná por dois mandatos e membro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB por nove anos. Desde 2009, é sócio do escritório Vosgerau e Cunha. Em 2022, elegeu-se Senador Primeiro Suplente na chapa liderada por Sergio Moro.







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