Recebi a seguinte mensagem de um diplomata amigo meu: “Boa tarde! Estou lendo Código 12. Acho que identifiquei outro ator suspeito. Página 48. O delegado Sérgio Rodrigues (*). Era, se não me engano, o Delegado de Polícia do Interior no Governo Faria Lima (o primeiro depois da fusão). O cargo existe até hoje. Abrange todo o antigo Estado do Rio. Se não me engano, era concunhado do general Figueiredo. Casado com uma irmã da Dulce. E tb, acredito, do Jece Valadão. Esquadrão da Morte. Ligado ao SNI. Sonhou ser prefeito biônico do Rio. Assim como Guilherme Romano. Mais malandro, Chagas Freitas convidou Israel Klabin. Depois demitido por imposição de Saddam Hussein. Sérgio Rodrigues era, acredito, um policial de carreira do antigo Estado do Rio. Fez um morticínio na Baixada quando o coronel Homem de Carvalho ocupou a Secretaria de Segurança. Posteriormente, Homem de Carvalho comandou o CODI-RJ.
(*) Página 48: “Valdir telefonou – na frente dos abutres – ao seu superior, delegado Sérgio Rodrigues, diretor do Departamento Geral da Polícia Civil. Eles ouviram (e anotaram) apenas suas frases, ainda sem sentido: ‘O depoimento do motorista é de três laudas… foi retirado por um senhor que pode identificar… viu três pessoas comentando que um ônibus não identificado havia abalroado o carro do ex-presidente… pode deixar que tudo está sendo feito com o máximo sigilo… a partir de agora só respondo sim ou não’. Aos abutres, acenou com carniça: ‘Nas próximas 24 horas, vou revelar aos senhores todos os detalhes do acidente’”.






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