Flávio Bolsonaro viajou de Miami para o Brasil com a família e o amigo Willer Tomaz em uma aeronave administrada por empresa ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, segundo o texto original. A viagem ocorreu em 2025, com duração de cerca de oito horas.
De acordo com a publicação, o senador declarou à imprensa que desconhecia o nome do dono da aeronave após ter sido identificado no voo. O texto também afirma que ele não pagou a passagem nem parte do custo do combustível.
viagem gerou questionamentos
Após a chegada, Flávio teria enviado mensagens às redes sociais mencionando a amizade com “Willer”. O texto sustenta que isso indicaria conhecimento prévio sobre a ligação com a aeronave, embora o senador tenha negado saber de quem era o avião.
O texto original diz ainda que Willer Tomaz acompanha o senador na viagem e que o advogado é investigado em outra apuração, além de ser alvo de suspeitas levantadas pela Polícia Federal.
menções a investigações
A publicação também cita o deputado federal Lindbergh Farias, que pediu ao STF a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Willer Tomaz. Segundo o texto, ele é apontado por Lindbergh como suspeito de atuar como laranja de Flávio Bolsonaro em diferentes negócios.
O deputado afirma, em postagem no X, que eles estariam envolvidos em escândalos como Banco Master, roubo do INSS e fraude na compra de vacinas durante a pandemia. O texto ainda menciona que Flávio é investigado desde 22 de julho e que a informação só veio a público na segunda semana de setembro, após vazamento de arquivos de Daniel Vorcaro.






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