Cristiano Ronaldo pode enfrentar suspensão de até 6 meses pela Federação Portuguesa de Futebol após deixar a delegação da seleção em Copenhague, na Dinamarca, na quarta-feira (30). O abandono ocorreu horas depois que o técnico Jorge Jesus confirmou que o atacante permaneceria no banco de reservas para o jogo desta quinta (1) contra a Dinamarca, pela Liga das Nações.
O descontentamento de Ronaldo começou no domingo (27), quando ficou no banco durante toda a vitória de Portugal por 2 a 1 sobre a Noruega, em Oslo. O jogador se aqueceu na maior parte do segundo tempo, mas não entrou em campo. Após a partida, o técnico concedeu entrevista afirmando que não havia certeza se CR7 entraria no compromisso seguinte, deixando claro que as decisões sobre escalação eram prerrogativa sua, independentemente da experiência dos atletas.
Segundo o regulamento da Federação Portuguesa de Futebol, a suspensão varia entre 1 e 6 meses em casos de falta não justificada a treino, jogo ou ações junto à delegação. O mesmo regimento prevê multa entre 500 e 1000 euros, valor considerado irrisório para Ronaldo, que defende o Al-Nassr, na Arábia Saudita. O documento deixa claro: "A ausência ou o abandono determina a suspensão preventiva automática do jogador".
Logo após a entrevista de Jesus, Ronaldo publicou nas redes sociais que deixava a seleção. A saída gerou repercussão imediata nos meios de comunicação e nas plataformas digitais, onde o episódio se tornou assunto de grande interesse público.







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