O Banco Central do Brasil amplia as funções do Pix com cinco novidades que devem reforçar a segurança e aumentar as opções de uso do sistema nos próximos meses.
As mudanças fazem parte da agenda regulatória da autoridade monetária e incluem mais automação para consumidores, facilidades para empresas e novas camadas de proteção contra fraudes.
Novas funções em desenvolvimento
Entre as inovações previstas está o Pix Offline, que permitirá transferências por aproximação, via NFC, mesmo sem internet. A transação ficará registrada no dispositivo e será sincronizada depois, quando houver conexão.
Outra frente é o uso de inteligência artificial para identificar risco de fraude em tempo real. O modelo poderá apoiar o bloqueio cautelar e cruzar dados para tentar evitar que valores desviados sejam repassados entre contas.
O Banco Central também trabalha na expansão do Pix Automático, que deve substituir o débito automático em contas de luz, streaming, mensalidades e outros serviços recorrentes. A proposta inclui integração com contas-salário e novas formas de autorização nos aplicativos bancários.
As demais iniciativas tratam do uso do Pix como garantia de crédito, com possibilidade de empresas do varejo usarem recebíveis futuros para buscar financiamento, e da integração internacional para conectar o sistema brasileiro a redes de pagamento estrangeiras e facilitar remessas e compras no exterior.
Serviço: As novas funções ainda dependem de atualização cadastral e de adequação das instituições de pagamento e dos comércios.







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