A expansão das ferramentas de inteligência artificial generativa mudou a rotina de trabalho e do dia a dia. Mas o uso rápido desses sistemas exige atenção com privacidade e proteção de dados.
Diretrizes de órgãos internacionais, como a Agência de Cibersegurança e Segurança de Infraestrutura dos Estados Unidos e o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, apontam falhas comuns na interação com sistemas inteligentes.
Entre os principais cuidados, está não informar credenciais, senhas ou dados financeiros em prompts. Também é preciso evitar executar códigos gerados por IA sem revisão de segurança, já que podem existir falhas ou instruções enganosas.
Outro ponto é não instalar extensões e plugins de fontes não verificadas. As orientações também recomendam cautela com ataques por injeção de prompt, que podem alterar o comportamento do modelo ao esconder instruções em textos, arquivos ou sites.
checagem das respostas
As recomendações ainda reforçam que respostas automatizadas não devem ser aceitas sem conferência. Há risco de dados incorretos, e a validação em fontes oficiais ajuda a evitar erros e problemas de conformidade.







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