Cerca de 500 páginas falsas foram criadas no último ano no Brasil para simular cobranças de pedágio eletrônico por Pix, segundo dados recentes da empresa de cibersegurança Kaspersky.
As páginas usam o sistema free flow como isca. Esse modelo centralizou as passagens por pórticos em vias estaduais, federais e municipais, o que também abriu espaço para novas táticas de fraude.
Como evitar o golpe
A orientação é consultar débitos apenas pelo aplicativo oficial CNH do Brasil ou pelos portais das concessionárias reconhecidas. A recomendação também é não clicar em links recebidos por SMS, e-mail ou anúncios patrocinados que prometem regularização rápida de taxas pendentes.
No momento do pagamento, é preciso conferir se o destinatário do Pix é a concessionária da via ou uma instituição autorizada. O alerta é para evitar envio a pessoas físicas ou fintechs desconhecidas. Quem usa tags de cobrança automática paga no formato tradicional já contratado com a operadora.
Se a transferência já foi feita para uma página falsa, a orientação é registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil com os comprovantes e o endereço do site. Depois, o banco deve ser acionado para pedir a abertura do Mecanismo Especial de Devolução do Pix.
Serviço: em caso de dúvida sobre pedágios em free flow, consulte o aplicativo oficial CNH do Brasil ou o portal da concessionária responsável pela via antes de fazer qualquer pagamento.







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