A banda Abacate Contemporâneo, conhecida por sua sonoridade que mescla rock, grooves, psicodelismo e referências da Tropicália e Vanguarda Paulistana, como Itamar Assumpção e Tom Zé, se apresentará nesta sexta-feira, 9 de fevereiro, às 20h, no Teatro AML Cultural, em Londrina. O evento é gratuito e faz parte da série Brasil Canção, oferecendo ao público a oportunidade de conferir o trabalho do grupo, liderado pela cantora e atriz Raquel Palma.
Os interessados podem retirar os ingressos no próprio teatro a partir de uma hora antes do início do show, ou de forma antecipada pelo site oficial da série Brasil Canção. A apresentação tem classificação indicativa livre, permitindo que todas as idades desfrutem da música e da performance cênica da banda.
Repertório e Formação
Durante o espetáculo, o Abacate Contemporâneo irá intercalar composições já consagradas, como “Ritalina” e “Amarelou”, com oito canções inéditas. A formação instrumental da banda conta com Rafael Fuca e Binho Prado nas guitarras, Marcos Kirchheim no baixo, Fábio Farinha na bateria e Raquel Palma nos vocais. Fundada em 2014, a banda lançou seu primeiro EP homônimo em 2017 e tem em sua trajetória diversos singles e videoclipes, incluindo a parceria recente com Simone Mazzer na faixa "Navalha".
Ao longo de mais de uma década, o grupo se apresentou em festivais nacionais e regionais, como o Festival Psicodália (SC), Festival Forró da Lua Cheia (SP) e o Festival Demo Sul, em Londrina. O guitarrista Binho ressalta a satisfação da banda em participar do projeto Brasil Canção, que permite a apresentação de trabalhos consolidados e novas composições a um público atento à música autoral independente de Londrina.
A Escolha da Banda
Paulo Vitor Poloni, idealizador e curador da série Brasil Canção, explicou que o Abacate Contemporâneo foi uma das primeiras bandas consideradas para a programação de 2026, que prioriza trabalhos autorais. Poloni destacou a contribuição especial do grupo, que traz uma sonoridade ligada à Vanguarda Paulista – presente em Londrina através de figuras como Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção – e um espírito tropicalista com uma pegada roqueira.
Poloni também mencionou sua relação anterior com a vocalista Raquel Palma, a quem lecionou canto antes da formação da banda. Ele elogiou o trabalho expressivo e sofisticado de Palma como intérprete, expressando o desejo de que mais pessoas conheçam seu talento.







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