O iPhone Duo, o primeiro celular dobrável da Apple, entrou oficialmente em pré-venda na sexta-feira, 16 de outubro, e as previsões de entrega na loja online da marca em Portugal indicam uma alta demanda pelo aparelho. Consumidores que desejam adquirir o dispositivo atualmente encontram uma estimativa de entrega apenas para 22 de janeiro de 2027, independentemente da configuração de armazenamento.
Os primeiros compradores do iPhone Duo, que encomendaram o dispositivo logo no início da pré-venda, devem começar a utilizá-lo na data de lançamento, 23 de outubro. No entanto, os demais interessados precisarão esperar um período considerável para receber o celular.
A Apple decidiu aumentar suas metas de produção do iPhone Duo antes do início da pré-venda. A empresa, que inicialmente planejava fabricar entre seis e sete milhões de unidades até o final de 2026, agora pretende produzir 10 milhões de aparelhos. Essa decisão foi tomada após a identificação de um interesse acima do esperado por parte dos consumidores.
O iPhone Duo foi anunciado em setembro, junto com o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, que já estão no mercado. O aparelho dobrável estará disponível na versão básica de 256 GB por 2.399 euros. Também haverá versões de 512 GB, por 2.649 euros; 1 TB, por 3.149 euros; e 2 TB, por 3.899 euros.
Próximos passos e expectativas
Diante da alta demanda, a Apple pode lançar outros celulares dobráveis no futuro, conforme informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Gurman afirma que a empresa já tem outros modelos em planejamento, com diferenças de tamanho e recursos. Entre os possíveis lançamentos, estariam um modelo maior, o iPhone Duo Max; uma versão com tela menor, o iPhone Duo mini; e um dispositivo mais acessível, o iPhone Duo SE. Contudo, esses nomes e modelos não são oficiais e são apenas especulações sobre a expansão da linha de celulares dobráveis da Apple.
Gurman também prevê que o iPhone Duo se tornará "o celular dobrável predominante no mercado" no início do próximo ano. Ele acredita que a procura será "tão intensa que as pessoas revenderão o dispositivo no exterior, os preços no eBay dispararão e a escassez de oferta atingirá níveis extremos". O sucesso do aparelho, segundo o jornalista, "levará o restante da indústria a aumentar drasticamente os investimentos nessa categoria".







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