O time do Osasco venceu o Praia Clube por três sets a zero e conquistou o título da Supercopa Feminina de Vôlei. A partida foi realizada na noite de sexta-feira, dia 16, no Ginásio Castelinho, em São Luís, no Maranhão.

A vitória do Osasco foi impulsionada pela participação da atleta Tifanny, que teve sua inscrição garantida por uma determinação judicial. As parciais do jogo foram 25-22, 25-21 e 25-21, demonstrando o domínio da equipe campeã.

Magdalena Stysiak e Tifanny foram os destaques do Osasco, marcando 16 e 15 pontos, respectivamente. Pelo Praia Clube, Sabrina foi a maior pontuadora da partida, com 17 pontos.

A liberação de Tifanny para a competição ocorreu após um mandado de garantia que, inicialmente, foi indeferido no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). A defesa da atleta e do clube então recorreu à Justiça comum, obtendo uma liminar para sua participação no jogo.

A decisão que permitiu a inscrição de Tifanny é provisória e não aborda a validade da política da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Em agosto, a CBV anunciou uma nova regra que restringe a participação em competições femininas a atletas do sexo biológico feminino, exigindo triagem genética do gene SRY. A atleta expressou sentir-se “humilhada” com a situação, alegando falta de aviso prévio sobre a mudança das regras.